Ainda choro. Principalmente nas noites em que me sinto mais sozinha. Fico sentada na cama, tentando abraçar-me a mim mesma para não sentir o frio que me envolve, e espero. Espero desesperadamente que o telefone toque para ouvir e sentir dizer-te que ainda não te esqueceste de mim. Que ainda faço parte da tua vida. Que sou a tua vida.
Mas depois passa. E acabo por adormecer envolvida nas lágrimas que a minha alma ferida expulsou.

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