31 de julho de 2011

Vem sentar-te ao meu lado. Fala-me sobre os teus dias, como fazíamos antes. Fala-me das pessoas que se cruzaram contigo na rua, respirando o mesmo ar que tu, e das que sorriram para ti. Lembras-te de como gostávamos de ficar aqui durante horas e horas, até voltar a amanhecer? O que se perdeu? Por certo, perdemo-nos um do outro, desencontrámos as nossas almas. Tenho saudades das tuas gargalhadas enquanto revivíamos os momentos passados. E se voltássemos a sorrir um para o outro? E se isso fosse a solução deste labirinto que não nos leva de novo para junto um do outro? E se. 

30 de julho de 2011

Tenho medo. Do que aí vem e daquilo que vou deixar para trás. Tenho medo que nada daqui para a frente seja bom para mim e que o que ficou para trás nunca mais regresse. Tenho medo porque é a última coisa que quero. As pessoas, os momentos, os gestos e as palavras, tudo permanecerá guardado no coração. Apenas temo que não seja o suficiente para ter força e enfrentar o desconhecido. Eu preciso de vocês ao meu lado. Preciso imenso.

28 de julho de 2011

You can take everything I have
You can break everything I am
Like I'm made of glass
Like I'm made of paper
Go on and try to tear me down
I will be rising from the ground
Like a skyscraper!
Like a skyscraper!

22 de julho de 2011

Tu és o Sol. Eu sou a Lua. Tu és a estrela e eu o buraco negro. És fogo e eu água. Somos os extremos que não se tocam. Sei bem que não iríamos sobreviver assim. Nenhum amor sobrevive. No entanto, és tudo e sem ti sou nada.

21 de julho de 2011

Hoje sonhei com o teu abraço, com os teus carinhos e os teus beijos. Sabes, foi um daqueles sonhos em que não se quer acordar para o resto das nossas vidas, por nos sentirmos tão bem e tão especiais. Porém, acordei e o sonho desvaneceu-se, deixando um rasto de saudade no meu coração daquilo que ainda não vivi contigo. Assim, apercebi-me que mesmo acordada, eu vivo mergulhada em sonhos e ilusões, imaginando-te a caminhares na minha direcção, a dares-me um beijo quando chegas perto de mim e a dizeres que me amas.

14 de julho de 2011

Não há muito mais a dizer. As letras, as palavras, as frases não são tudo. Eu quero mais, eu quero gestos. E sim, eu sei, eu sei que precisas de tempo. Mas quem sabe se não serei a companhia que precisas para esse tempo passar. Da última vez passou a voar. Tu próprio o disseste. Palavras tuas.

9 de julho de 2011

Se perguntarem por mim diz que fugi. Diz que fui correr atrás dos meus sonhos. Diz que fui apanhar estrelas, que voei até as nuvens, que nadei em águas profundas. Se eles perguntarem, podes afirmar que os levei no coração, e que penso neles todos os dias. Diz que só voltarei quando cada sonho tiver sido realizado. Diz também que poderei nunca mais voltar. Não, espera, isso é impossível. O meu maior sonho és tu.

8 de julho de 2011

Nada justifica que se volte a repetir, mas a noite contigo voou e fizeste sentir-me como há muito tempo ninguém me fazia sentir. E foi um nascer do dia que há muito apetecia.

7 de julho de 2011

‎Tenho medo de terminar sozinha. Tenho medo de ser sempre a amiga, irmã e confidente, mas nunca o 'tudo' de alguém.