Não acredito em coincidências. Nunca acreditei e não seria agora que passaria a acreditar. Acredito, sim, num destino dependente dos nossos próprios actos. Das nossas próprias escolhas. Acredito que foram esses mesmos que me trouxeram até esta casa e que, consequentemente, me trouxeram para perto de ti. Para perto da escuridão. E apesar de todo o mal que nos rodeia, sinto-me tão segura nos teus braços. Fecho os olhos e penso em como seria bom se esta casa pertencesse apenas e só às nossas almas eternas. Só tu e eu. Nós, apenas.

4 comentários:

  1. concordo com cda palavra que aqui escrita principalmente passou a substituir a parte em que eu nao acredito em coincidencias mas sim em destino

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