31 de janeiro de 2012

Dizem que devo ser forte. Devo ser forte para te dar forças. Mas eu sempre soube que sou fraca e hoje, particularmente, sinto-me mais fraca ainda por saber que os meus pensamentos estão longe de ti, que querem estar longe deste lugar e das angústias que nos atravessarão como flechas no peito. Sinto-me fraca por querer fugir quando mais precisas de mim.
Não acreditava em amor à primeira vista, até me cruzar com esse teu olhar.

28 de janeiro de 2012

Gosto de ti por sete razões: porque sim, porque quero, por seres como és, porque mereces, porque me fazes sentir bem, porque não posso evitar, porque és uma grande pessoa.
Certos limites existem para não serem quebrados, mas tu não entendes isso. Até ao dia em que ponha fim a todas as tuas investidas...
Poucas são as coisas que não me fazem lembrar de ti. Estás sempre tão longe, tão distante. A saudade aperta e aquando isso, parece que tudo o que faço é para ti, tudo o que vejo és tu, tudo o que sinto é o teu corpo. Custa-me voltar a uma realidade que não esta de te ter junto a mim. Custa, mas ninguém disse que era fácil.

23 de janeiro de 2012

Quero estar só, longe do mundo, ouvir apenas os meus pensamentos, sentir as emoções à flor da pele sem que me julguem por isso. Chorar sem ninguém perguntar o porquê. É isso que queria neste momento.
Eu não sei ser falsa. Não sei fingir que está tudo bem, quando não está. Me magoa saber da verdade, quando mentem pra mim. E eu não sei esconder as mágoas. Não sei inventar sentimentos. Não sei sorrir, quando quero chorar. Não sei dizer “eu te amo”, sem amar. Eu não consigo ser como a sociedade, e em um mundo onde a hipocrisia faz seu reinado, isso é não saber viver.
Naquele momento em que perdes todas as forças, que não consegues erguer o teu corpo e seguir em frente. Quando sentires que não vale a pena. Quando precisares de mim e estiver longe. Quando não te puder abraçar, nem sorrir para ti naquele instante em que tanto necessitas. Nesse momento, a lua é o nosso ponto de encontro.

22 de janeiro de 2012

Tudo o que escrevo, por mais fictício que possa parecer, tem sempre um pouco de verdade. Possui a verdade do desejo de querer viver tão intensamente os momentos que descrevo com um pouco de imaginação e inspiração. É a verdade, nua e crua, daquilo que quero viver ao teu lado. Daquilo que quero sentir e ser junto a ti. Por mais fictício que possa parecer, a verdade é que amo cada gesto teu, cada sorriso, cada palavra pronunciada. Cada momento que, por mais vulgar que possa parecer, me mantém viva.
Para mim, morreste!

21 de janeiro de 2012

‎Maybe true love is a decision. You know, a decision to take a chance with somebody. To give to somebody. Without worrying wether they’ll give anything back. Or if they’re gonna hurt you, or if they really are the one. Maybe love isn’t something that happens to you. Maybe it’s something you have to choose.
Não há nada pior do que saber que estamos no sítio errado, com as pessoas erradas, com as esperanças erradas. Não há nada pior do que querer que o tempo pare nele próprio ou que passe tão rápido que não dê sequer para saber o que se passou. Somos caixas tão pequenas e guardamos tanta coisa cá dentro. Às vezes penso que vou explodir, às vezes só quero que seja isso a acontecer. Mas, enquanto a caixa não encher, nada irá sair. Nada será pior do que conter.

19 de janeiro de 2012

Não me peças para abdicar de algo que não fiz toda a minha vida: viver.
Não sei onde tudo isto irá terminar. Pensei que eras uma pessoa e estás a mostrar-te outra, totalmente diferente. Eu dei-te a minha confiança e tu destruíste o pouco que já tínhamos construído juntos pela nossa amizade. Eu dei-te a minha confiança e traíste-a. Não o devias ter feito. É o pior que me podem fazer. Não me devias ter mentido. Não devias ter escrito as palavras que no mesmo instante escrevias para um outro alguém. A tua sorte é eu não te amar como tu dizes que me amas, é não sentir nem um terço daquilo que dizes sentir por mim. Ninguém que jogue com os meus sentimentos poderá algum dia voltar a ser o que era para mim. Tenho pena, mas gosto um bocadinho menos de ti, hoje.

18 de janeiro de 2012

Antes eu achava que minha timidez era o problema, agora eu vejo que o problema é usar minha timidez como desculpa para não viver.
Há sempre aquela música que me faz lembrar de ti. Há sempre aquele lugar que me faz desejar ter-te comigo. Há sempre aquele sorriso envergonhado. O gesto terno. O olhar profundo. E as palavras que me deixam... Que me deixam... Oh, nem sei!
EU FIZ O CUBO MÁGICO!!!

17 de janeiro de 2012

Dentro de ti ainda existe aquela magia especial, mas que muitas vezes não sabemos existir, de quando somos crianças. Acreditamos que a magia se vai perdendo com o tempo, mas eu não acho isso. Ora, quando somos pequenos somos nada mais que transparentes. Conseguimos ver daquilo que somos feitos, aquilo que existe em nós. Há medida que crescemos, máscara atrás de máscara vem surgindo. Deixamos que se escondam os sonhos, as alegrias, a especial magia. Mas ela está lá. E por muito que não acreditemos, ela permanecerá para sempre em nós.
Todos as noites bebo uma caneca de leite quente, antes de me deitar. Aquece-me, conforta-me. Os dias têm sido particularmente difíceis. São demasiados assuntos para tentar perceber e fazer de tudo para não me deixar abater por eles. Mas é complicado. Então, todas as noites bebo uma caneca de leite quente, antes de me deitar. Aquece-me, conforta-me.

16 de janeiro de 2012

Sabes sempre onde me encontrar.
Podes ir. Segue o que o teu coração te diz. Não temas que fique demasiado despedaçada. O meu interior apenas morrerá. Mas não precisas de saber isso. Precisas sim de te libertar, de seguires a tua viagem, de não te deixares prender por ninguém. Muito menos por uma pessoa como eu, que provavelmente te sufocaria de amor.

15 de janeiro de 2012

Não sei se o destino acabará por nos unir um dia, mas não perco a esperança. É mais forte do que eu não pensar em algo que poderíamos construir juntos. Algo bonito, verdadeiro, apaixonante e que durasse até ao fim dos nossos dias. Até quem sabe para sempre.
Poder olhar-te sempre que quisesse. Poder beijar-te sempre que me apetecesse. Poder dizer-te o quanto te amo só porque sim. Ouvir a tua voz. Sentir as tuas mãos. Discutir, só para depois fazer as pazes.
Só peço que me abraces. Sentir o calor do teu corpo, como se o momento fosse eterno. Ora... Como queria que esse momento fosse apenas real. 
Dá-me uma oportunidade para te fazer feliz.

11 de janeiro de 2012


It's one life, one world, one chance. 
And I don't wanna wait.

S.O.J.A - I Don't Wanna Wait

9 de janeiro de 2012

Promete-me que tudo será igual daqui para a frente. Promete-me que vais ser directo e determinado naquilo que me dizes. Estiveste a um pequeno passo de me desiludires, hoje. Por isso, peço-te, não tentes mudar nada entre nós. Amizade, apenas. Uma grande amizade.

8 de janeiro de 2012

Estou farta. Farta de não ser quem eu quero, como quero e quando quero. Depositam demasiada esperança em mim e isso pesa-me a alma. Eu tento ser o melhor que consigo, para que se orgulhem, mas não posso agradar a todos. E no fim, quem sai menos agradada sou eu mesma, por não ver o esforço recompensado. E, por isso, agora a minha vida está a tomar outro rumo. As metas que pretendo alcançar não se alteraram. Os objectivos serão superados. Mas não me peçam para seguir o caminho que querem para mim. Eu própria o traçarei.

5 de janeiro de 2012

Por vezes, penso que a minha vez já passou, e que tudo o que ainda não vivi tenha sido decisão minha, por não me querer magoar, ao lutar por algo incerto. Tenho medo de estar a pagar por isso agora, pela minha cobardia.
A música ecoa nos meus ouvidos. Não sabes como gostava que fosses tu a cantar-me ao ouvido. Aumento o volume, imaginando-te a aproximar ainda mais de mim. Não sabes como gostava que fosse real. Como gostava de sentir a tua respiração ao ritmo suave das palavras cantadas. Como gostava de te sentir segurar a minha mão. 
Sabes sempre como me fazer sorrir. Sabes como me deixar derretida, com palavras doces. Tu és um doce. És quem eu não quero perder, nunca. Fazes-me bem.

4 de janeiro de 2012

Desculpem a ausência no blogue, mas a minha passagem de ano durou até ontem e só tive mesmo tempo para BEBER, CAIR e LEVANTAR.