30 de julho de 2012

O coração e a razão em conflito, numa noite vazia e débil como a de hoje. Senti o ar gélido consumir o meu corpo frágil, enquanto a minha mente ia sendo atacada por memórias dolorosas; mas tão doces. Nunca deixará de ser assim; quanto mais especial, maior a dor da solidão. As palavras que quero que sintas, ficam aprisionadas em mim. Já nem o olhar sabe mostrar o quanto te quero bem; está cada vez mais apagado e sem brilho.

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