6 de novembro de 2012

São tempos de espera, em que nada parece certo ou errado e os cigarros vão desaparecendo para dar lugar às cinzas. E um pouco mais de mim morre, quando sinto a tua presença tão ausente em mim. E um pouco mais de mim se vai, por saber que segues sozinho o teu próprio caminho. Mas permanece sempre aquela ardente esperança que me impede de te voltar costas e deitar ao vento todas as beatas e memórias antigas.

4 comentários:

  1. Tanta esperança mata. E o que irrita é que ela é sempre a última a morrer.

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  2. obrigada :') estive a ler o que escreveste, identifiquei-me muito contigo :$

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  3. Se reparares eu também não escrevo propriamente sobre a felicidade... mas tens razão, é bom poder partilhar o que sentimos com alguém que nos compreenda. Porque como eu costumo dizer "só entende quem sente". Talvez assim achemos, uma na outra, as respostas para nós próprias, quem sabe :)

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  4. Obrigada querida, e força para ti também!

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